Na sua volta ao comando Tricolor, Abel Braga não consegue somar pontos fora de casa contra o Corinthians. O time não jogou mal, entretanto o time Paulista foi eficiente e superior quando estava com a posse de bola.
O jogo começou bem movimentado. Logo aos 7 minutos, cruzamento de Danilo, Willian disputa a bola pelo alto com Gum, ganha e cabeceia para o fundo da rede. 1 a 0 para o time da casa.
Após o gol, o Fluminense não se entregou, tinha maior a posse de bola. Visando o ataque, aos 23 minutos em um escanteio, Deco cobrou na cabeça de Gum, obrigando Julio César a fazer boa defesa.
Mesmo o Flu atacando mais, o Corinthians chegava bem nas jogadas rápidas. Aos 30 minutos, em chute forte de Paulinho, Berna deu rebote pra frente. Liédson se antecipou a Leandro Euzébio, o zagueiro tricolor vendo que não iria conseguir tomar a frente, em ato de desespero, fez a falta. O juiz não deixou passar e marcou pênalti. Na cobrança, Willian bate bem e amplia o placar: 2 a 0 Timão.
Em uma cobrança de falta para o tricolor, Deco cobra e sente uma fisgada no músculo posterior da coxa, saindo contundido, aos 35 minutos, para a entrada de Marquinho. Quebrando a sua série de 4 jogos seguidos atuando pelo clube.
No segunto tempo Abel lançou Souza no lugar de Edinho, em uma tentativa de ter mais criatividade no meio campo. O Flu pressionava porém o goleiro Júlio César fazia boas defesas.
E foi assim até o final do jogo: o time de guerreiros atacava, mas sempre faltava o último passe para a conclusão do lance. O time de Tite buscava o contra ataque. Com a entrada de Emerson o ataque paulista era muito mais preocupante para a zaga tricolor.
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no site www.futrio.net
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terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Coritiba 5 x 1 Vasco
E nesse segundo confronto seguido entre Vasco e Coritiba, dessa vez pelo Brasileirão, ambas as equipes, pensando na final da Copa do Brasil, pouparam seus titulares e foram a campo só com reservas.
Desde o início, os reservas do Coxa foram pressionando, e aos 3 minutos saiu o primeiro gol, Anderson Aquino fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro, Jomar tentou dominar e abola acabou sobrando para Tcheco marcar. Coritiba [1]X[0] Vasco. A equipe cruzmaltina se deixou abater e em mais uma jogada de velocidade, dessa vez pelo lado esquerdo, mais um cruzamento e gol de Anderson Aquino. Coritiba [2]X[0] Vasco. Aos 11 minutos. O Vasco muito deficiente na marcação deixou o time paranaense ter maior posse de bola e jogar usando quase o campo de ataque todo. Aos 14, Maranhão avançou pela direita e tocou para Anderson Aquino ampliar a vantagem. Coritiba [3]X[0] Vasco. E sem parar pra respirar, aos 19, Anderson Aquino marcou mais um. Coritiba [4]X[0] Vasco. Mesmo sem gols, os 25 minutos seguintes serviram para a equipe cruzmaltina tentar esboçar alguma reação, mas sem sucesso, os atacantes do Gigante da Colina esbarravam em seus próprios pés e na defesa do Coxa.
No segundo tempo, o jogo foi mais cadenciado, mas ainda com a pressão inicial do Coritiba que partia pra cima, principalmente pelos flancos, com a péssima atuação de Max na lateral esquerda. O último gol do Coxa, não podia ser diferente, pela lateral esquerda, Everton Ribeiro lançou Maranhão, que bateu forte no contrapé de Fernando Prass. Coritiba [5]X[0] Vasco. A entrada de Triguinho no segundo tempo, deu mais qualidade no passe do Coritiba. Em boa jogada, com muitos toques de bola, quase o Coxa amplia, uma boa cabeçada que parou em bela defesa de F.Prass. O Vasco ainda teve o seu gol de honra, em cobrança de Bernado, a bola sobrou para Elton marcar o seu. Coritiba [5]X[1] Vasco. Fim de jogo no Couto Pereira.
Na gaveta:Bela atuação de Anderson Aquino, marcou três, deu passe, e apareceu muito bem na frente.
...Pra fora: O Vasco foi uma equipe completamente nula. Quase não atacou, e quando atacava, não atacava com qualidade. Tudo bem, que o cruzmaltino está focado na Copa do Brasil. Mas isso é Campeonato Brasileiro, saldo de gols é critério de desempate. Não se pode começar um campeonato longo, como é o Brasileirão, com essa mentalidade.
Por Ph Oliveira
Desde o início, os reservas do Coxa foram pressionando, e aos 3 minutos saiu o primeiro gol, Anderson Aquino fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro, Jomar tentou dominar e abola acabou sobrando para Tcheco marcar. Coritiba [1]X[0] Vasco. A equipe cruzmaltina se deixou abater e em mais uma jogada de velocidade, dessa vez pelo lado esquerdo, mais um cruzamento e gol de Anderson Aquino. Coritiba [2]X[0] Vasco. Aos 11 minutos. O Vasco muito deficiente na marcação deixou o time paranaense ter maior posse de bola e jogar usando quase o campo de ataque todo. Aos 14, Maranhão avançou pela direita e tocou para Anderson Aquino ampliar a vantagem. Coritiba [3]X[0] Vasco. E sem parar pra respirar, aos 19, Anderson Aquino marcou mais um. Coritiba [4]X[0] Vasco. Mesmo sem gols, os 25 minutos seguintes serviram para a equipe cruzmaltina tentar esboçar alguma reação, mas sem sucesso, os atacantes do Gigante da Colina esbarravam em seus próprios pés e na defesa do Coxa.
No segundo tempo, o jogo foi mais cadenciado, mas ainda com a pressão inicial do Coritiba que partia pra cima, principalmente pelos flancos, com a péssima atuação de Max na lateral esquerda. O último gol do Coxa, não podia ser diferente, pela lateral esquerda, Everton Ribeiro lançou Maranhão, que bateu forte no contrapé de Fernando Prass. Coritiba [5]X[0] Vasco. A entrada de Triguinho no segundo tempo, deu mais qualidade no passe do Coritiba. Em boa jogada, com muitos toques de bola, quase o Coxa amplia, uma boa cabeçada que parou em bela defesa de F.Prass. O Vasco ainda teve o seu gol de honra, em cobrança de Bernado, a bola sobrou para Elton marcar o seu. Coritiba [5]X[1] Vasco. Fim de jogo no Couto Pereira.
Na gaveta:Bela atuação de Anderson Aquino, marcou três, deu passe, e apareceu muito bem na frente.
...Pra fora: O Vasco foi uma equipe completamente nula. Quase não atacou, e quando atacava, não atacava com qualidade. Tudo bem, que o cruzmaltino está focado na Copa do Brasil. Mas isso é Campeonato Brasileiro, saldo de gols é critério de desempate. Não se pode começar um campeonato longo, como é o Brasileirão, com essa mentalidade.
Por Ph Oliveira
domingo, 5 de junho de 2011
Flamengo 1 x 1 Corinthians
Fim de jogo. Não falo do Flamengo e Corinthians de hoje em que acabou 1 a 1 com o time paulista melhor que o rubro-negro, me refiro a brilhante e espetacular carreira de Petkovic que jamais vai ser esquecido pela torcida do maior clube do Brasil, mesmo com passagens por equipes rivais como Vasco e Fluminense, ele sempre será amado e idolatrado pela torcida rubro-negra.
Pet começou cedo no futebol com 16 anos pelo Radnicki Nis de seu país natal na época Iugoslávia. Aos 20 chegou ao Estrela Vermelha que era o atual campeão da Liga dos Campeões e do Mundial Interclubes, no clube conquistou seus primeiros títulos e em 1995 chegou ao badalado Real Madri, mas como avia muitas “estrelas” no time, Pet acabou sendo emprestado para times como Sevilla e Racing Santander, mas o destino que o levaria ao Mais Querido do Brasil começou quando Pet resolveu tomar uma decisão para todos como maluca, trocar a Europa pelo modesto Vitória da Bahia no Brasil, mas ele provou que tomou a atitude certa e virou rapidamente ídolo do clube baiano e ganhou títulos e conseguiu convocações para a seleção da Iugoslávia. Pet saiu do Vitória e foi para o Venezia por um ano, mas voltou para o Brasil em 2000.
Pet começou cedo no futebol com 16 anos pelo Radnicki Nis de seu país natal na época Iugoslávia. Aos 20 chegou ao Estrela Vermelha que era o atual campeão da Liga dos Campeões e do Mundial Interclubes, no clube conquistou seus primeiros títulos e em 1995 chegou ao badalado Real Madri, mas como avia muitas “estrelas” no time, Pet acabou sendo emprestado para times como Sevilla e Racing Santander, mas o destino que o levaria ao Mais Querido do Brasil começou quando Pet resolveu tomar uma decisão para todos como maluca, trocar a Europa pelo modesto Vitória da Bahia no Brasil, mas ele provou que tomou a atitude certa e virou rapidamente ídolo do clube baiano e ganhou títulos e conseguiu convocações para a seleção da Iugoslávia. Pet saiu do Vitória e foi para o Venezia por um ano, mas voltou para o Brasil em 2000.O começo da idolatria
Pet se transfere para o Flamengo em 2000, e logo em sua estréia contra o Santos no torneio Rio-São Paulo Pet faz seu primeiro de seus 57 gols com a camisa do clube, mas durante os primeiros seis meses, Pet passa amargando o banco e muitos acham que ele não iria ficar muito tempo, mas quando começa a Copa João Havelange, Pet passa a ser titular do Flamengo, naquele ano não consegue levar o time a segunda fase da competição mas no ano seguinte fez o seu maior feito com a camisa rubro-negra.
Gol eterno
O dia era 27 de maio de 2001, o jogo estava 2 a 1 para o Flamengo, mas o Vasco estava conquistando o título pois tinha vencido a primeira partida por 2 a 1 e tinha a vantagem de dois resultados iguais, o jogo caminhava para o final quando aos 42 minutos do segundo tempo Edílson desafeto de Pet e que já tinha feito dois gols na partida sofre falta na intermediaria adversária, Pet vai cobrar a falta, logo ele que tinha abandonado a concentração e ameaçado não jogar a final porque o salário estava atrasado, logo ele que tinha cobrado três faltas da entrada da área e bateu todas mal, logo ele que não falava com o artilheiro do time, bastou um lance para que todos esses problemas fossem esquecidos e que com uma cobrança de falta épica entrou para a história do Flamengo e do futebol brasileiro e desse o melhor e mais comemorado campeonato carioca da história do clube, para seus admiradores foi algo genial, para os críticos foi sorte, então para esses, ele repete a dose na final da Copa dos Campeões contra o São Paulo, e ajuda o Flamengo a ganhar o torneio e a vaga na Libertadores do ano seguinte, vaga que não vinha a nove anos, ele ainda chega a final da Copa Mercosul daquele ano, mas o time acaba derrotado pelo San Lorenzo da Argentina, vem o ano de 2002 e Pet não joga bem e acaba deixando o Flamengo e troca a Gávea por São Januário o que foi suficiente para boa parte da torcida esquece seu feito do ano anterior.
Outros Clubes
Pet teve boas passagens por Vasco e Fluminense, mas só ganhou título no cruzmaltino um carioca em 2003 e no clube chinês Shangha Shenhua que não teve uma bola passagem, ma ganhou o campeonato chinês, ele também passou por outros times (Al-Ittihad, Goiás, Santos, Atlético-MG), mas sem sucesso, terminava em dezembro de 2008 a carreira de Petkovic.
Dívida, maluquices e glória
Com um acordo por causa de uma dívida enorme que tinha a receber do clube, Pet retorna ao Flamengo em 2009 contra a vontade de todos, menos de dois malucos que eram Delair Drumbosk que era o presidente em exercício na época, pois o Presidente Marcio Braga estava de licença médica, e do vice de Futebol Marcos Braz que acabaram abandonados por todos os outros dirigentes por essa loucura de trazer um ex-jogador para atuar no time. O técnico da época Cuca não gostou da contratação do Sérvio e o colocava apenas nos finais dos jogos, Pet reestreiou em um jogo contra o Internacional em que o time já vencia por 4 a 0, mas o técnico Cuca é demitido e quem assume é Andrade que resolve apostar no gringo, a partir desse momento, línguas começam a ser queimadas pois Pet prova que quando veste o manto sagrado se transforma em um jogador fora de série, ele começa a jogar seguidamente excelentes partidas com grande destaque a partida contra o Palmeiras onde fez um golaço em jogada individual e outro olímpico, ao lado do imperador Adriano e do goleiro Bruno, levou o Flamengo ao sexto título brasileiro, título esse que não vinha a 17 anos, valeu a maluquice de dois dirigentes, não me importa que Pet não foi bem em 2010, pois com suas grande atuações ele já estava na história do Flamengo, e nessa tarde de 5 de junho de 2011 os 42 mil rubro-negros que fizeram uma linda festa para a despedida de seu grande ídolo desse século 21, não viram um gol do melhor gringo da história do clube, mas viram um gol onde representa bem o que Pet fez muitas vezes com esse manto, uma linda cobrança de falta. Me esquecerei que ele vestiu a camisa de rivais, me esquecerei que ele é marrento, me esquecerei dos problemas que ele criou no clube, mas jamais me esquecerei de todos as suas grandes atuações com o manto sagrado rubro-negro, que enriqueceu a história do Flamengo.
MUITO OBRIGADO POR TUDO PET, VOCÊ SAIU DOS GRAMADOS, MAS NÃO DA HISTÓRIA.
Por Renan Mafra
Fluminense 2x1 Cruzeiro
Noite fria e chuvosa no Rio de Janeiro, o Fluminense venceu o Cruzeiro com dois gols de Rafael Moura e agora soma seis pontos na competição. Apesar do tempo frio que afastou a torcida no Engenhão, o jogo foi quente e equilibrado, com boa atuação de ambos os times.
O jogo começou com as esquipes praticamente com a mesma tática: jogadas pelos lados do campo explorando as jogadas aéreas, com o meio congestionado os laterais se destacaram.Jogadas boas de ataque foram escassas nos 45 minutos inicias. Cruzeiro só deu seu primeiro arremate ao gol aos 17 minutos em uma boa cobrança de falta de Gilberto. O Fluminense tinha mais a posse de bola, porém não resultava em lance de perigo.
Quando parecia que o 1ºtempo ia terminar no 0a 0, o tricolor arrumou uma falta pela esquerda no campo de defesa do time mineiro. Deco cruzou, Rafael Moura se antecipou a zaga e cabeceou na rede do goleiro Rafael.
Na etapa final o jogo esquentou, o time de Cuca pressionava o Flu, que buscava os contra ataques. Porém de tanto pressionar, os azuis conseguiram o empate. Em uma linda tabela entre Brandão e Wallyson, o primeiro tocou no meio da área pra Anselmo Ramon se antecipar à zaga adversária e empatar o jogo, 1 a 1.
O Time de Guerreiros não se abateu com o gol de empate. 5 minutos depois, após belo passe de Valência, que achou He-Man livre de marcação, o atacante tricolor chutou ao lado do goleiro cruzeirense, ampliando o placar 2 a 1, aos 26 minutos. Com a superioridade do Fluminense no placar o time do Cruzeiro não conseguia acertar o último passe nas jogadas de ataque, mesmo com algumas falhas individuais da zaga carioca. E foi assim até o final do jogo.
Ultima análise:
Aos 13 min do 2ºtempo, o técnico Cuca já tinha queimado suas 3 substituições, com o jogo completamente igual, Cruzeiro até superior, precisava fazer as substituições logo no começo da etapa final?
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no www.futrio.net
O jogo começou com as esquipes praticamente com a mesma tática: jogadas pelos lados do campo explorando as jogadas aéreas, com o meio congestionado os laterais se destacaram.Jogadas boas de ataque foram escassas nos 45 minutos inicias. Cruzeiro só deu seu primeiro arremate ao gol aos 17 minutos em uma boa cobrança de falta de Gilberto. O Fluminense tinha mais a posse de bola, porém não resultava em lance de perigo.
Quando parecia que o 1ºtempo ia terminar no 0a 0, o tricolor arrumou uma falta pela esquerda no campo de defesa do time mineiro. Deco cruzou, Rafael Moura se antecipou a zaga e cabeceou na rede do goleiro Rafael.
Na etapa final o jogo esquentou, o time de Cuca pressionava o Flu, que buscava os contra ataques. Porém de tanto pressionar, os azuis conseguiram o empate. Em uma linda tabela entre Brandão e Wallyson, o primeiro tocou no meio da área pra Anselmo Ramon se antecipar à zaga adversária e empatar o jogo, 1 a 1.
O Time de Guerreiros não se abateu com o gol de empate. 5 minutos depois, após belo passe de Valência, que achou He-Man livre de marcação, o atacante tricolor chutou ao lado do goleiro cruzeirense, ampliando o placar 2 a 1, aos 26 minutos. Com a superioridade do Fluminense no placar o time do Cruzeiro não conseguia acertar o último passe nas jogadas de ataque, mesmo com algumas falhas individuais da zaga carioca. E foi assim até o final do jogo.
Ultima análise:
Aos 13 min do 2ºtempo, o técnico Cuca já tinha queimado suas 3 substituições, com o jogo completamente igual, Cruzeiro até superior, precisava fazer as substituições logo no começo da etapa final?
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no www.futrio.net
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vasco 1 x 0 Coritiba
Em um jogo tenso, como são todas as primeiras partidas de final da Copa do Brasil, o Vasco saiu na frente na final e com o resultado de 1 a 0, ficou mais próximo de quebrar o jejum de oito anos sem título (série B? por favor vascaínos não contem), o gol de Alecssandro deu uma vantagem magrinha para o cruzmaltino, mas importantíssima para o jogo de volta.
PRIMEIRO TEMPO: Em um jogo amarrado e com raras chances de gol, as principais jogadas do Vasco saiam dos pés de Felipe que mais recuado dava bons passes para os companheiros, Diego Souza e Bernardo estavam muito bem marcados e apareciam pouco no jogo, mas foi dos pés de Diego Souza que saiu a melhor chance de gol do Vasco na primeira etapa, quando depois de tentar driblar o goleiro ele perdeu o ângulo, mas mesmo assim conseguiu chutar pro gol obrigando o goleiro Edson Bastos a jogar pra escanteio, no lado do coxa a melhor chance foi em um chute de fora da área de Bill, disparado o melhor do time, não parou um minuto dando trabalho pra defesa vascaína.
SEGUNDO TEMPO: Começou com o Coritiba com mais posse de bola, mas foi o Vasco que aos cinco minutos da etapa final fez o gol da partida, depois de troca de passe de Diego Souza e Bernardo, a bola foi para Allan que cruzou na cabeça de Alecssandro que fez o gol, depois disso, o Vasco recuou e o Coritiba foi pra cima, mas teve apenas duas chances claras de gol, uma com Bill em um chute a queima roupa que Fernando Prass pegou e outra nos acréscimos com o zagueiro Emerson que dentro da pequena área, mas pressionado pela zaga vascaína chutou pra fora. Fim de jogo e a decisão terá seu fim em Coritiba.
Números a favor:
Nas 22 edições anteriores da Copa do Brasil, tivemos 11 empates no primeiro jogo, em 8 oportunidades, o time que venceu o primeiro jogo se sagrou campeão e apenas e vezes o time que começou perdendo conseguiu virar.
Festa do visitante:
Outro dado a favor do Vasco é que das 22 edições passadas da Copa do Brasil, apenas 9 vezes o time mandante da segunda partida saiu com o título, e nas outras 13, o visitante saiu com a taça.
Perguntar não ofende:
Como será o jogo de domingo entre esses dois times pelo brasileiro?
Por Renan Mafra
PRIMEIRO TEMPO: Em um jogo amarrado e com raras chances de gol, as principais jogadas do Vasco saiam dos pés de Felipe que mais recuado dava bons passes para os companheiros, Diego Souza e Bernardo estavam muito bem marcados e apareciam pouco no jogo, mas foi dos pés de Diego Souza que saiu a melhor chance de gol do Vasco na primeira etapa, quando depois de tentar driblar o goleiro ele perdeu o ângulo, mas mesmo assim conseguiu chutar pro gol obrigando o goleiro Edson Bastos a jogar pra escanteio, no lado do coxa a melhor chance foi em um chute de fora da área de Bill, disparado o melhor do time, não parou um minuto dando trabalho pra defesa vascaína.
SEGUNDO TEMPO: Começou com o Coritiba com mais posse de bola, mas foi o Vasco que aos cinco minutos da etapa final fez o gol da partida, depois de troca de passe de Diego Souza e Bernardo, a bola foi para Allan que cruzou na cabeça de Alecssandro que fez o gol, depois disso, o Vasco recuou e o Coritiba foi pra cima, mas teve apenas duas chances claras de gol, uma com Bill em um chute a queima roupa que Fernando Prass pegou e outra nos acréscimos com o zagueiro Emerson que dentro da pequena área, mas pressionado pela zaga vascaína chutou pra fora. Fim de jogo e a decisão terá seu fim em Coritiba. Números a favor:
Nas 22 edições anteriores da Copa do Brasil, tivemos 11 empates no primeiro jogo, em 8 oportunidades, o time que venceu o primeiro jogo se sagrou campeão e apenas e vezes o time que começou perdendo conseguiu virar.
Festa do visitante:
Outro dado a favor do Vasco é que das 22 edições passadas da Copa do Brasil, apenas 9 vezes o time mandante da segunda partida saiu com o título, e nas outras 13, o visitante saiu com a taça.
Perguntar não ofende:
Como será o jogo de domingo entre esses dois times pelo brasileiro?
Por Renan Mafra
terça-feira, 31 de maio de 2011
Atlético-Go 0 x 1 Fluminense
O Fluminense conquistou sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro de 2011. Depois de um resultado ruim dentro de casa contra o São Paulo, o Tricolor Carioca derrotou o Atlético-GO por 1 a 0, fora de casa, festejou seus primeiros três pontos e deixou de lado a crise.
O jogo em si não foi de alegrar para os espectadores presentes no Estádio do Serra Dourada. Os dois times jogaram abertos tentando o resultado positivo. Entretanto, o time das Laranjeiras estava mais bem postado, foi um pouco superior e mereceu a vitória, com gol único do zagueiro Leandro Euzébio.O tento foi marcado logo no inicio da primeira etapa, aos 12 minutos, em jogada de bola parada parada. Escanteio cobrado pela esquerda por Deco, o defensor do Flu subiu mais do que a zaga e marcou, após desvio do companheiro de time Valência.
Após o gol, o Dragão tentou atacar pelos flancos. Adriano e Thiago Feltri faziam boas jogadas. Porém, o time do Flu estava melhor colocado em sua defesa e afastava qualquer perigo ao gol. O jogo foi se arrastando sem maiores sustos até o final do 1º tempo.
Na etapa final, o jogo parecia quer iria melhorar, mais foi só uma ilusão. Exceto em um lance isolado, em que teve um gol bem anulado do time goiano. O Flu tentava o contra ataque. Fred, que voltara a equipe depois de ter desfalcado na estréia do time, corria, batalhava, mais não estava totalmente confiante após sua contusão. O Atlético criava pouco e pecava muito nas finalizações, não assustando o goleiro Berna.
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no www.futrio.net
O jogo em si não foi de alegrar para os espectadores presentes no Estádio do Serra Dourada. Os dois times jogaram abertos tentando o resultado positivo. Entretanto, o time das Laranjeiras estava mais bem postado, foi um pouco superior e mereceu a vitória, com gol único do zagueiro Leandro Euzébio.Após o gol, o Dragão tentou atacar pelos flancos. Adriano e Thiago Feltri faziam boas jogadas. Porém, o time do Flu estava melhor colocado em sua defesa e afastava qualquer perigo ao gol. O jogo foi se arrastando sem maiores sustos até o final do 1º tempo.
Na etapa final, o jogo parecia quer iria melhorar, mais foi só uma ilusão. Exceto em um lance isolado, em que teve um gol bem anulado do time goiano. O Flu tentava o contra ataque. Fred, que voltara a equipe depois de ter desfalcado na estréia do time, corria, batalhava, mais não estava totalmente confiante após sua contusão. O Atlético criava pouco e pecava muito nas finalizações, não assustando o goleiro Berna.
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no www.futrio.net
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Avaí 0 x 2 Vasco
Após um empate em São Januário no jogo de ida, o Vasco precisa vencer a qualquer custo para conseguir permanecer vivo na Copa do Brasil e chegar à final contra o vencedor de Critiba X Ceará. Ambos os times se pouparam neste inicio de Campeonato Brasileiro a fim de dar o máximo na competição que vale uma vaga na Libertadores. Um empate sem gols classificava o Avaí, qualquer empate acima de 2 gols (2X2, 3X3...) Classificava o Vasco e o vencedor do confronto se classificaria
No primeiro tempo, o Vasco entrou em campo com uma formação bem ofensiva, pois necessitava de gols. O técnico Silas recuou o time de Florianópolis e sofreu com isso aos 3 minutos o Vasco marcou o primeiro com gol contra de Revson, após uma bola alçada na área por Felipe. Vasco [1] X [0] Avaí A partir desse lance o jogo virou treino de ataque contra defesa. O Vasco partindo pra cima enquanto o Avaí dava espaço e se recuava em seu campo de defesa. Com Felipe organizando o meio campo, Éder Luis incansável tanto no ataque quanto na defesa e Diego Souza em noite inspirada, não foi difícil armar jogadas que quase sempre resultavam em uma jogada de ataque que parava nas mãos do goleiro Renan. Aos 34, Alecsandro tabelou com Éder Luis e tocou na medida pra Diego Souza encobrir o goleiro e mandar para o fundo da rede. Vasco [2] X [0] Avaí. O Avaí teve trabalho para passar a zaga cruzmaltina, muito bem montada. Antes do apito, Silas ainda colocou Rafael Coelho no lugar de Acleisson. O segundo tempo começou, e a equipe de Floripa necessitava virar o jogo para tentar a tão sonhada vaga para a final da Copa do Brasil. Mas, ao invés de atacar, o Avaí continuou jogando na retranca, dando espaço para o Vasco atacar. O show do segundo tempo ficou para Diego Souza, e quem sofreu com isso foi Marcinho Guerreiro. Com dois lençóis e jogadas sensacionais Diego arrancou a admiração da torcida do gigante da Colina e um grito de “olé”. Ainda teve um gol mal anulado de Alecsandro, depois de um chute forte de Bernardo, que entrou no lugar de Éder Luis, lesionado, desviado pela zaga, o atacante não perdoou e colocou pra dentro, mas segundo o auxiliar, o lance não era mais válido. O Avaí ainda teve uma chance com o Estrada que parou em Dedé. Fim de jogo. O Vasco classificado irá enfrentar o Coritiba que eliminou o Ceará no Couto Pererira.
Na gaveta: Sem dúvida o melhor em campo foi Diego Souza. Driblou, correu e marcou. A sua melhor partida com a camisa vascaína.
... Pra fora! : Teve tantos jogadores e lances esdrúxulos na partida, que é até difícil ficar com um só. Então, vamos ficar com dois jogadores. Acleisson e Rafael Coelho. Um substituiu o outro, mas o que fizeram em campo foi exatamente a mesma coisa... Nada!
Por Ph Oliveira
No primeiro tempo, o Vasco entrou em campo com uma formação bem ofensiva, pois necessitava de gols. O técnico Silas recuou o time de Florianópolis e sofreu com isso aos 3 minutos o Vasco marcou o primeiro com gol contra de Revson, após uma bola alçada na área por Felipe. Vasco [1] X [0] Avaí A partir desse lance o jogo virou treino de ataque contra defesa. O Vasco partindo pra cima enquanto o Avaí dava espaço e se recuava em seu campo de defesa. Com Felipe organizando o meio campo, Éder Luis incansável tanto no ataque quanto na defesa e Diego Souza em noite inspirada, não foi difícil armar jogadas que quase sempre resultavam em uma jogada de ataque que parava nas mãos do goleiro Renan. Aos 34, Alecsandro tabelou com Éder Luis e tocou na medida pra Diego Souza encobrir o goleiro e mandar para o fundo da rede. Vasco [2] X [0] Avaí. O Avaí teve trabalho para passar a zaga cruzmaltina, muito bem montada. Antes do apito, Silas ainda colocou Rafael Coelho no lugar de Acleisson. Na gaveta: Sem dúvida o melhor em campo foi Diego Souza. Driblou, correu e marcou. A sua melhor partida com a camisa vascaína.
... Pra fora! : Teve tantos jogadores e lances esdrúxulos na partida, que é até difícil ficar com um só. Então, vamos ficar com dois jogadores. Acleisson e Rafael Coelho. Um substituiu o outro, mas o que fizeram em campo foi exatamente a mesma coisa... Nada!
Por Ph Oliveira
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Palmeiras 1 x 0 Botafogo
E foi em São José do Rio Preto, no Estádio Teixeirão o encontro de dois clubes em má fase. De um lado, um Botafogo sem jogar partidas oficiais há mais de um mês, sem Loco Abreu e Herrera suspensos após a partida contra o Avaí pela Copa do Brasil. Do outro, um Palmeiras eliminado pelo Coritiba após sofrer uma goleada de 6 a 0, sem Valdívia.
Desde o início o Palmeiras pareceu mais forte taticamente e mantinha a posse de bola quase todo o tempo, o que facilitava as chegadas do ataque no gol defendido pelo selecionável Jefferson. O Botafogo ainda esboçava alguma participação no ataque principalmente pelo lado direito de ataque com Maicosuel e Thiago Galhardo, mas sem sucesso. O jogo começou a ficar pegado. Algumas faltas bobas, principalmente a de Kléber em Árevalo, que rendeu para o jogador alviverde um cartão amarelo. Caio na maior parte do tempo se preocupou mais em cavar uma falta do que fazer alguma jogada que pudesse construir uma chance de gol. O que acabou atrapalhando o ataque alvinegro. O Glorioso também cometeu algumas faltas próximas a área. O que gerou um duelo interessante entre o experiente batedor de faltas, Marcos Assunção e o goleiro Jefferson. Com vitória do goleiro, em todas as cobranças. O primeiro tempo terminou da mesma forma que havia começado. Com o Botafogo jogando na defensiva, dando o campo para o Palmeiras tentar o gol de todas as maneiras possíveis. No segundo tempo, o jogo permaneceu ruim para o time de General Severiano. O Palmeiras continuava mais arrumado na hora de atacar, o que obrigava o ataque alvinegro voltar para tentar roubar a bola em algum momento e assim esboçar um contra-ataque. Até que em uma bobeira da zaga, Kléber recebeu a bola na entrada da pequena área, limpou e chutou com força na gaveta. Palmeiras [1]X[0] Botafogo. O jogo pareceu ter ficado mais ofensivo e o Bota começou a atacar, mas já não dava mais pra nada. Fim de jogo no Teixeirão.
Na gaveta: O melhor lance da partida inteira foi o golaço de Kléber. De uma distância curta, o chute forte, foi totalmente indefensável.
... Pra fora! : O Botafogo precisar urgentemente se estruturar. Não falo de elenco, contratações. Falo de postura, um time como o Bota não tem que deixar o jogo nas mãos do time adversário.
Por PH Oliveira
Desde o início o Palmeiras pareceu mais forte taticamente e mantinha a posse de bola quase todo o tempo, o que facilitava as chegadas do ataque no gol defendido pelo selecionável Jefferson. O Botafogo ainda esboçava alguma participação no ataque principalmente pelo lado direito de ataque com Maicosuel e Thiago Galhardo, mas sem sucesso. O jogo começou a ficar pegado. Algumas faltas bobas, principalmente a de Kléber em Árevalo, que rendeu para o jogador alviverde um cartão amarelo. Caio na maior parte do tempo se preocupou mais em cavar uma falta do que fazer alguma jogada que pudesse construir uma chance de gol. O que acabou atrapalhando o ataque alvinegro. O Glorioso também cometeu algumas faltas próximas a área. O que gerou um duelo interessante entre o experiente batedor de faltas, Marcos Assunção e o goleiro Jefferson. Com vitória do goleiro, em todas as cobranças. O primeiro tempo terminou da mesma forma que havia começado. Com o Botafogo jogando na defensiva, dando o campo para o Palmeiras tentar o gol de todas as maneiras possíveis. Na gaveta: O melhor lance da partida inteira foi o golaço de Kléber. De uma distância curta, o chute forte, foi totalmente indefensável.
... Pra fora! : O Botafogo precisar urgentemente se estruturar. Não falo de elenco, contratações. Falo de postura, um time como o Bota não tem que deixar o jogo nas mãos do time adversário.
Por PH Oliveira
domingo, 22 de maio de 2011
Rodada do Brasileirão
Fluminense 0x2 São Paulo
Na sua primeira participação no campeonato Brasileiro, o Fluminense não conseguiu segurar o time do São Paulo e saiu com derrota de São Januário, 2×0. Lucas, Casemiro e Dagoberto atropelaram o time tricolor. Torcida vaiou o time e chamaram Enderson Moreira de burro.
O jogo começou truncado. O meio-campo muito congestionado, sem lances de efeito no começo do jogo. Jogada de perigo só aos 17 minuntos, em um chute de Deco na entrada da área.
O atual campeão Brasileiro tinha mais a posse de bola, porém não ameaçava o gol de Rogério Ceni. Aí veio o castigo, aos 33 minutos, após boa trama do ataque paulista, Casemiro achou um buraco na zaga tricolor e lançou Dagoberto, que disputou com Gum e ganhou, finalizando no alto do goleiro Berna, fazendo 1×0 para o São Paulo.
O gol animou o tricolor paulista, que ameaçou o time das Laranjeiras até o final do 1º tempo. O Flu já mostrava desorganização em seu ataque.
Logo no começo do segundo tempo, aos 3 minutos, numa boa jogada de Lucas confundindo a zaga Tricolor, principalmente Gum, driblando o jogador e chutando na saída de Ricardo Berna. 2×0 para os paulistas, num belo gol.
Apesar de inúmeros desfalques no seu sistema defensivo, o time de Carpergiani marcava muito bem. Wellington ficava na cola de Conca, não deixando o argentino jogar.
O técnico do Flu, Enderson Moreira, sacou de uma só vez Deco e Julio César, colocando Souza e Carlinhos respectivamente. A torcida não gostou da saída de Deco, vaiando o treinador e chamando de burro. Deco fazia uma boa partida até então.
O jogo foi se arrastando até o fim, com o São Paulo muito bem nos contra-ataques e o Fluminense bagunçado em sua defesa. Mesmo com a saída de Rogério Ceni, contundido na metade da etapa final, não animou o time.
Com o resultado da partida o time paulista afasta a crise, enquanto o tricolor das Laranjeiras espera ansioso pela volta de Fred e a chegada de Abel Braga. Um começo de Brasileiro frustrante para o Flu.
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no site www.futrio.net
Flamengo x Avaí
Finalmente nação rubro-negra, depois de 20 jogos fazendo figuração em campo, Ronaldinho Gaúcho finalmente “estreou” pelo Flamengo com grande atuação na primeira rodada do campeonato brasileiro na goleado de 4 a 0 do rubro-negro diante do Avaí.
PRIMEIRO TEMPO: O jogo começou alucinado com Thiago Neves perdendo gol de um lado e o Avaí perdendo chance do outro com Egídio tirando uma bola de dentro da pequena área, mas depois de 2 minutos de jogo ficou vermelho e preto. O Flamengo começou a pressionar e aos 25 Bottinelli abriu o placar. As principais chances do Avaí vinham em falhas da defesa do Flamengo (David está conseguindo jogar pior que Wellington), mas Felipe não chegou a trabalhar e a etapa inicial acabou assim.
SEGUNDO TEMPO: Começou chato com o Flamengo cozinhando o jogo e o Avaí não buscando o empate. O jogo só voltou a melhorar quando Silas desfez o esquema com três zagueiros e tentou colocar o time a frente, em vão, pois com essa mudança o rubro-negro teve mais espaço e Ronaldinho começou a bailar, aos 18 ele arrancou quase do meio-campo, a defesa do Avaí recuou e quando ele entrou na área deu um tapa com nojo fora do alcance do bom goleiro Renan, 2 a 0. Aos 24, ele começa a jogada do terceiro dando passe pra Thiago Neves que tocou em Wanderley em posição legal que devolveu na frente para o próprio Thiago marcar, para finalizar aos 40 minutos em uma linda tabela com o dentuço, “Droguibinha” fechou a goleada, fim do show e festa da nação rubro-negra em Macaé.
Para tudo:
Sem sombra de dúvidas o lance mais espetacular da partida foi a humilhante caneta que Ronaldinho deu em Robinho do Avaí, o cidadão veio que nem um bobinho com as pernas abertas e tomou uma linda caneta, mais o mais surpreendente de tudo foi Egídio ter jogado muito bem, depois da excelente atuação do lateral esquerdo, cheguei a temer de verdade o apocalipse.
Perguntar não ofende:
Será que só o Luxemburgo não vê que o Diego Mauricio está melhor que o Wanderley e o David?
Por Renan Mafra
Na sua primeira participação no campeonato Brasileiro, o Fluminense não conseguiu segurar o time do São Paulo e saiu com derrota de São Januário, 2×0. Lucas, Casemiro e Dagoberto atropelaram o time tricolor. Torcida vaiou o time e chamaram Enderson Moreira de burro.
O jogo começou truncado. O meio-campo muito congestionado, sem lances de efeito no começo do jogo. Jogada de perigo só aos 17 minuntos, em um chute de Deco na entrada da área.
O atual campeão Brasileiro tinha mais a posse de bola, porém não ameaçava o gol de Rogério Ceni. Aí veio o castigo, aos 33 minutos, após boa trama do ataque paulista, Casemiro achou um buraco na zaga tricolor e lançou Dagoberto, que disputou com Gum e ganhou, finalizando no alto do goleiro Berna, fazendo 1×0 para o São Paulo.
O gol animou o tricolor paulista, que ameaçou o time das Laranjeiras até o final do 1º tempo. O Flu já mostrava desorganização em seu ataque.
Logo no começo do segundo tempo, aos 3 minutos, numa boa jogada de Lucas confundindo a zaga Tricolor, principalmente Gum, driblando o jogador e chutando na saída de Ricardo Berna. 2×0 para os paulistas, num belo gol.
Apesar de inúmeros desfalques no seu sistema defensivo, o time de Carpergiani marcava muito bem. Wellington ficava na cola de Conca, não deixando o argentino jogar.
O técnico do Flu, Enderson Moreira, sacou de uma só vez Deco e Julio César, colocando Souza e Carlinhos respectivamente. A torcida não gostou da saída de Deco, vaiando o treinador e chamando de burro. Deco fazia uma boa partida até então.
O jogo foi se arrastando até o fim, com o São Paulo muito bem nos contra-ataques e o Fluminense bagunçado em sua defesa. Mesmo com a saída de Rogério Ceni, contundido na metade da etapa final, não animou o time.
Com o resultado da partida o time paulista afasta a crise, enquanto o tricolor das Laranjeiras espera ansioso pela volta de Fred e a chegada de Abel Braga. Um começo de Brasileiro frustrante para o Flu.
Por Kadu Abreu, matéria também publicada no site www.futrio.net
Flamengo x Avaí
Finalmente nação rubro-negra, depois de 20 jogos fazendo figuração em campo, Ronaldinho Gaúcho finalmente “estreou” pelo Flamengo com grande atuação na primeira rodada do campeonato brasileiro na goleado de 4 a 0 do rubro-negro diante do Avaí.
PRIMEIRO TEMPO: O jogo começou alucinado com Thiago Neves perdendo gol de um lado e o Avaí perdendo chance do outro com Egídio tirando uma bola de dentro da pequena área, mas depois de 2 minutos de jogo ficou vermelho e preto. O Flamengo começou a pressionar e aos 25 Bottinelli abriu o placar. As principais chances do Avaí vinham em falhas da defesa do Flamengo (David está conseguindo jogar pior que Wellington), mas Felipe não chegou a trabalhar e a etapa inicial acabou assim.
SEGUNDO TEMPO: Começou chato com o Flamengo cozinhando o jogo e o Avaí não buscando o empate. O jogo só voltou a melhorar quando Silas desfez o esquema com três zagueiros e tentou colocar o time a frente, em vão, pois com essa mudança o rubro-negro teve mais espaço e Ronaldinho começou a bailar, aos 18 ele arrancou quase do meio-campo, a defesa do Avaí recuou e quando ele entrou na área deu um tapa com nojo fora do alcance do bom goleiro Renan, 2 a 0. Aos 24, ele começa a jogada do terceiro dando passe pra Thiago Neves que tocou em Wanderley em posição legal que devolveu na frente para o próprio Thiago marcar, para finalizar aos 40 minutos em uma linda tabela com o dentuço, “Droguibinha” fechou a goleada, fim do show e festa da nação rubro-negra em Macaé.
Para tudo:
Sem sombra de dúvidas o lance mais espetacular da partida foi a humilhante caneta que Ronaldinho deu em Robinho do Avaí, o cidadão veio que nem um bobinho com as pernas abertas e tomou uma linda caneta, mais o mais surpreendente de tudo foi Egídio ter jogado muito bem, depois da excelente atuação do lateral esquerdo, cheguei a temer de verdade o apocalipse.
Perguntar não ofende:
Será que só o Luxemburgo não vê que o Diego Mauricio está melhor que o Wanderley e o David?
Por Renan Mafra
Ceará 1 x 3 Vasco
Foi do jeito que a torcida do Vasco gosta, de virada, que o time estreou no Campeonato Brasileiro neste sábado, contra o Ceará, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. O grande responsável pelo resultado de 3 a 1 foi o meia Bernardo, que fez dois belos gols. Jeferson marcou o terceiro, e Cléber abriu o placar para o Vovô.
Com o resultado, o time carioca chega aos três primeiros pontos e ganha uma motivação extra para a partida de volta da semifinal da Copa do Brasil, na quarta-feira, contra o Avaí. O Ceará, pela mesma competição, encara o Coritiba no Couto Pereira. Por causa desses duelos, os dois entraram em campo neste sábado com vários reservas.
Pela segunda rodada do Brasileirão, o Ceará vai até o Beira-Rio enfrentar o Internacional no próximo sábado, às 18h30m. No dia seguinte, mas no mesmo horário, o Vasco recebe o América-MG em São Januário.
Desentrosamento e poucas chances de gol
Com tantos reservas em campo, já era de se esperar falta de entrosamento dos dois lados. O Vasco, no entanto, conseguiu organizar melhor o seu meio de campo e teve mais a bola no pé, como se fosse o mandante da partida. Nem as provocações de "vice de novo", entoadas pela torcida do Ceará, abalaram o time. A dificuldade, porém, era fazer a bola chegar em boas condições para Elton finalizar. Uma opção muito utilizada foram os chutes de média distância, principalmente com Bernardo, escalado mais à frente do que está acostumado. No entanto, o goleiro Adilson esteve sempre atento.
A notícia ruim para os cruz-maltinos foi a lesão já aos 28 minutos do zagueiro Douglas, que contra o Avaí foi o substituto de Anderson Martins. Desta vez, no entanto, não havia outro jogador da posição no banco de reservas. Ricardo Gomes precisou colocar Chaparro na equipe e recuar Eduardo Costa para a zaga. Foi a estreia do argentino com a camisa do Vasco. Outro estreante, Jomar, de 18 anos, ia dando conta do recado na proteção ao gol.
Depois de ver o time da Colina dominar o primeiro tempo, o Ceará ensaiou uma reação nos minutos finais, mas foi prejudicado pela grande quantidade de impedimentos, especialmente com Júnior. Fernando Prass passou a ser notado em campo, como em bons chutes de Ernandes e Júnior.
Matéria publicada no Globo esporte
Com o resultado, o time carioca chega aos três primeiros pontos e ganha uma motivação extra para a partida de volta da semifinal da Copa do Brasil, na quarta-feira, contra o Avaí. O Ceará, pela mesma competição, encara o Coritiba no Couto Pereira. Por causa desses duelos, os dois entraram em campo neste sábado com vários reservas.
Pela segunda rodada do Brasileirão, o Ceará vai até o Beira-Rio enfrentar o Internacional no próximo sábado, às 18h30m. No dia seguinte, mas no mesmo horário, o Vasco recebe o América-MG em São Januário.
Desentrosamento e poucas chances de gol
Com tantos reservas em campo, já era de se esperar falta de entrosamento dos dois lados. O Vasco, no entanto, conseguiu organizar melhor o seu meio de campo e teve mais a bola no pé, como se fosse o mandante da partida. Nem as provocações de "vice de novo", entoadas pela torcida do Ceará, abalaram o time. A dificuldade, porém, era fazer a bola chegar em boas condições para Elton finalizar. Uma opção muito utilizada foram os chutes de média distância, principalmente com Bernardo, escalado mais à frente do que está acostumado. No entanto, o goleiro Adilson esteve sempre atento.
A notícia ruim para os cruz-maltinos foi a lesão já aos 28 minutos do zagueiro Douglas, que contra o Avaí foi o substituto de Anderson Martins. Desta vez, no entanto, não havia outro jogador da posição no banco de reservas. Ricardo Gomes precisou colocar Chaparro na equipe e recuar Eduardo Costa para a zaga. Foi a estreia do argentino com a camisa do Vasco. Outro estreante, Jomar, de 18 anos, ia dando conta do recado na proteção ao gol.
Depois de ver o time da Colina dominar o primeiro tempo, o Ceará ensaiou uma reação nos minutos finais, mas foi prejudicado pela grande quantidade de impedimentos, especialmente com Júnior. Fernando Prass passou a ser notado em campo, como em bons chutes de Ernandes e Júnior.

O Vasco voltou para o segundo tempo com Ramon no lugar de Marcio Careca, que fazia boa partida. O Ceará não deixou cair o ritmo do fim da primeira etapa e tentou encurralar o adversário no campo de defesa. Fernando Prass, que continuou fazendo boas defesas, deu azar no gol marcado de cabeça por Cleber aos 20 minutos - a bola bateu na trave e depois nele antes de entrar. Na arquibancada, foi o aviso para iniciar o grito: "Sai, que a carroça tá sem freio".
Em desvantagem, o Vasco adotou uma postura mais ofensiva, e as chances começaram a aparecer. E quem brilhou na virada foi Bernardo. Num espaço de cinco minutos, ele acertou uma bola no travessão e marcou dois gols - o primeiro em ótimo passe de Elton, e o segundo em um chutaço de fora da área, comemorando com Ricardo Gomes e mandando recado para os filhos. Foi o décimo gol dele, artilheiro do time neste ano. No fim, o Vasco sacramentou a vitória após um contra-ataque puxado por Fágner. Jeferson encheu o pé após passe de Chaparro e tirou a camisa na comemoração.Matéria publicada no Globo esporte
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